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		<title>VACINA CONTRA HPV</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:40:19 +0000</pubDate>
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		<title>Zika Virus &#124; A origem</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:38:56 +0000</pubDate>
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		<title>Vacina contra Gripe H1N1 sofre mudanças em 2017</title>
		<link>https://www.imunne.com.br/2023/12/18/vacina-contra-gripe-h1n1-sofre-mudancas-em-2017/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:22:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A vacina contra a gripe que será disponibilizada na campanha nacional deste ano terá uma nova cepa do vírus Influenza A/H1N1. Esta é a primeira modificação na vacina desde 2010 e só ocorreu porque foi constatado que o vírus havia sofrido alterações genéticas no ano passado, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Organização Mundial da Saúde (OMS)<span class="more-dots">...</span>]]></description>
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<p>A <strong>vacina contra a gripe</strong> que será disponibilizada na <strong>campanha nacional</strong> deste ano terá uma nova cepa do <strong>vírus Influenza A/H1N1</strong>. Esta é a primeira modificação na vacina desde 2010 e só ocorreu porque foi constatado que o vírus havia sofrido alterações genéticas no ano passado, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) é o órgão que recomenda a atualização das vacinas contra a gripe, com base na amostragem coletada de pacientes em centros do hemisfério Sul e Norte. No Brasil o desenvolvimento da vacina nos laboratórios dura cerca de 6 meses.</p>



<p>De acordo com a Anvisa, a vacina de 2017 disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a trivalente, que conterá os seguintes vírus:</p>



<p><strong>– Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015</strong></p>



<p><strong>– Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014</strong></p>



<p><strong>– Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008</strong></p>



<p>Já a vacina tetravalente, disponível apenas na rede privada, conterá, além dos outros três, o vírus da Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013, com circulação mais reduzida entre humanos.</p>



<p><strong>Transmissão e mortes</strong></p>



<p>A transmissão dos vírus Influenza ocorre pelo contato com secreções das vias respiratórias que são eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar.&nbsp;Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).</p>



<p>O vírus do tipo A é o grande responsável pelas epidemias sazonais. Em 2016, o Paraná registrou 183 mortes associadas à infecção pelo vírus Influenza A do tipo H1N1, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa). Destas, 117 eram pessoas com mais de 50 anos, o que equivale a 63,9% do total.</p>



<p><strong>Grupos prioritários&nbsp;</strong></p>



<p>Os grupos prioritários da vacinação deste ano continuam sendo crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade. Quem está em um dos grupos prioritários e se vacinou no ano passado deve tomar novamente a vacina neste ano.</p>



<p>Em entrevista ao jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, informou que professores do ensino básico e superior das escolas públicas e privadas também entrarão como público-alvo na campanha de 2017.</p>



<p><strong>Quando começa a vacinação?</strong></p>



<p>A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa normalmente entre abril e maio. Neste ano a expectativa é que o governo federal antecipe oficialmente o início em alguns dias, depois do registro de casos da doença antes do período da vacinação no ano passado. Na entrevista ao jornal, Barros disse que a o início da campanha está marcada em 10 de abril, para profissionais de saúde, e 17 de abril, para o público-alvo, mas ainda não há confirmação oficial.</p>



<p>O governo federal ainda está conversando com os estados para definir quais devem receber antes as doses da vacina. Os três estados do Sul são potenciais candidatos, já que a H1N1 tem maior incidência no frio. O governo do Paraná informou que está negociando com o ministério e que não há previsão sobre o início da vacinação no estado.</p>



<p>Adquira agora sua vacina contra o H1N1 na unidade Imunne mais próxima de você:</p>



<p><strong>Marilia:</strong> R. Thomas Gonzaga, 185. Tel: 14 3316 7010</p>



<p><strong>Assis:</strong> Av. 9 de julho, 390. Tel: 18 3322 2551</p>



<p><strong>Tupã:</strong> Rua Coroados, 757. Tel: 14 3441-2243</p>



<p>Email:contato@immune.com.br</p>
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		<title>Vacina contra gripe em gestantes reduz risco de prematuridade</title>
		<link>https://www.imunne.com.br/2023/12/18/vacina-contra-gripe-em-gestantes-reduz-risco-de-prematuridade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admcombr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:21:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As mulheres em período gestacional ou pós-parto fazem parte do grupo prioritário na campanha de vacinação contra a gripe, que acontece no período de outono, todos os anos, promovida pelo Ministério da Saúde. Isso porque, durante a gestação, as defesas imunológicas da mãe diminuem temporariamente, para que não haja rejeição ao feto, tornando o organismo mais suscetível a infecções. Por<span class="more-dots">...</span>]]></description>
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<p>As mulheres em período gestacional ou pós-parto fazem parte do grupo prioritário na campanha de vacinação contra a gripe, que acontece no período de outono, todos os anos, promovida pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>Isso porque, durante a gestação, as defesas imunológicas da mãe diminuem temporariamente, para que não haja rejeição ao feto, tornando o organismo mais suscetível a infecções.</p>



<p>Por isso, é essencial que as mulheres incluam em sua rotina de cuidados a vacina contra a gripe, que não prejudica o bebê e ainda o protege durante os primeiros meses de vida.</p>



<p>A médica infectologista Rosana Richtmann garante que a vacina não apresenta riscos e, nos raros casos em que causa reação, ela é branda.</p>



<p>“A vacina contra a gripe é produzida a partir de um vírus morto, inativo, por isso é muito segura para qualquer paciente. Existem poucas contraindicações; apenas pessoas que tiveram reação anafilática com o uso prévio do medicamento devem evitá-lo”.</p>
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		<title>Após os 50, é preciso saber tudo sobre Herpes Zóster</title>
		<link>https://www.imunne.com.br/2023/12/18/apos-os-50-e-preciso-saber-tudo-sobre-herpes-zoster/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admcombr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:20:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após os 50, é preciso saber tudo sobre Herpes Zóster 15573336A doença é popularmente conhecida como cobreiro. O que pouco se fala a respeito do herpes-zóster (HZ) – nome científico da enfermidade – é sobre as graves consequências que vão desde uma dor incapacitante que pode perdurar por meses e necessita de medicamentos fortes como a morfina para ser aliviada<span class="more-dots">...</span>]]></description>
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<p>Após os 50, é preciso saber tudo sobre Herpes Zóster</p>



<p>15573336A doença é popularmente conhecida como cobreiro. O que pouco se fala a respeito do herpes-zóster (HZ) – nome científico da enfermidade – é sobre as graves consequências que vão desde uma dor incapacitante que pode perdurar por meses e necessita de medicamentos fortes como a morfina para ser aliviada até o comprometimento da visão e da perda de audição. A incidência também é alta. “Ao longo da vida, um terço da população irá desenvolver herpes-zóster”, afirma a médica Marilene Lucinda. Isso por que 90% dos adultos brasileiros são soropositivos para o varicela-zóster (VVZ), que é o mesmo vírus que causa a catapora.</p>



<p>“No Brasil, o contato com o vírus ocorre no início da infância. Um estudo que incluiu crianças e adolescentes de 1 a 15 anos nas escolas públicas no estado de São Paulo observou alta proporção de soropositivos na faixa etária de 1 a 3 anos de idade, ascendendo até os 10 anos e mantendo-se estável em cerca de 90% a partir dessa idade”, reforça a especialista.</p>



<p>A conclusão é simples: quase todos os adultos do país estão sob o risco de desenvolver a doença. E é a partir dos 50 anos que aumentam as chances de evolução, complicações, hospitalizações e óbitos em função do HZ, já que é nesta fase da vida que o sistema imunológico começa a envelhecer e há uma queda na proteção do organismo, que fica mais exposto a doenças.</p>



<p>Para pessoas menores de 30 anos, a vacina não é indicada. Para quem tem entre 30 e 50, é necessária uma prescrição médica. “Temos um único estudo que avalia o resultado da vacina entre pessoas de 30 a 50 anos que já tiveram herpes-zóster e foram imunizadas. Os resultados foram satisfatórios tanto em relação à eficácia quanto à segurança”, explica Marilene. Como a vacina existe há pouco tempo (oito anos), o que os estudos têm sinalizado, segundo a especialista, é que a proteção é prolongada. Ou seja, não precisa de reforço.</p>



<p>Marilene Lucinda diz que eficácia da vacina é de 70% tanto para casos novos quanto para os de reincidência. “O desenvolvimento da doença não contém o risco de novo contágio”, explica a médica. Além disso, segundo ela, a vacinação diminui as brechas para as consequências graves e também para a dor, um dos principais sintomas da doença que incapacita o paciente para qualquer atividade. “Estudos clínicos da vacina incluíram mais de 60 mil indivíduos. Em geral, ela foi bem tolerada, sendo a maioria dos eventos adversos limitados a reações no local da injeção”, esclarece. A especialista diz ainda que o percentual de eficácia da vacina é considerado bom pela medicina.</p>
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